Coimbra inspira jovem autor André Coutinho

Sessão de lançamento do livro "Noite Negra", que se irá realizar no Café Santa Cruz, em Coimbra, no dia 7 de Setembro, pelas 17h30.

Autor do Livro: André Coutinho
Foto da Capa: Nelson Afonso
Género: Ficção
ISBN: 978-989-51-0406-2
Editor: Chiado Editora
Páginas: 270
Página oficial: www.facebook.com/noitenegralivro

Disponível a partir de 7 de setembro

Ricardo Magalhães, um jovem minhoto pacato de 18 anos, cumpre um objetivo comum a muitos jovens da sua idade: ingressar no Ensino Superior. Porém, aquela que seria apenas uma nova etapa da sua vida, transforma-se, para ele, na descoberta de um mundo completamente novo e por vezes estranho, que o impele a questionar-se acerca das questões mais fundamentais da vida humana, ao mesmo tempo que o inspira a lidar com o processo de construção da identidade, descoberta do amor e usufruto da liberdade. Coimbra, a terra de mil esplendores, encerra no seu âmago imensos segredos, sonhos e devaneios dos que por ali vivem e dos que por ali passam. Coimbra dos estudantes, dos amantes apadrinhados por Pedro e Inês, cuja alma por ali ainda paira, inebriando quantos se deixam guiar pela linguagem universal do Amor. À noite, Coimbra revela tesouros, assombros, mistérios, apenas visíveis aos olhos mais astutos, daqueles que se deixam perder nas suas ruas. Coimbra é também sinônimo de saudade, do deslumbramento à chegada e do majestoso encanto na hora da despedida. É nesse local, agora transformado em lar, que Ricardo trava a batalha mais importante da sua vida, a da manutenção da sua integridade emocional, enquanto é invadido por fantasmas do passado, romances inesperados e um mistério que o deixa perdido, perante a imensidão das palavras: Amor e Saudade. Este é um livro, no qual o ambiente romântico se encontra aliado ao soturno e que capta atenção do leitor até ao último ponto. (André Coutinho)

X Semana Cultural da UC

A Secção de Fotografia da AAC está a fazer a documentação fotográfica da X Semana Cultural da AAC. Sócios da Secção e alunos que frequentam os cursos de fotografia participam no registo, dos momentos mais significativos, do mais prestigiante acontecimento cultural da Universidade de Coimbra. Ainda a meio da Semana, disponibilizamos aqui algum do trabalho desenvolvido.






O projecto Fotofigueira apoia a SFAAC


O projecto Fotofigueira apoia a recentemente criada Secção de fotografia da Associação Académica de Coimbra (SFAAC) e vai estar na festa de apresentação da nova secção na próxima quarta-feira, dia 9 de Janeiro de 2007 a partir das 22h no bar da Associação Académica de Coimbra. A Secção de Fotografia da referida associação, é constituída por alunos da Universidade de Coimbra e por profissionais na área da fotografia que manifestam interesse em realizar trabalhos fotográficos e parcerias pedagógicas, com todos os associados da mais prestigiada Academia do país. A Secção de Fotografia da AAC, reconhecida pelo Conselho Cultural e Direcção Geral da AAC, pretende promover e divulgar a Fotografia inserida nas novas tecnologias e nos diversos processos analógicos, nas suas vertentes teórica e prática, com uma orientação fundamentalmente formadora e estruturante no valor que a fotografia ocupa nas linguagens artísticas, documentais e científicas. A Secção de Fotografia da AAC está aberta ao diálogo e à livre troca de ideias e opiniões, no respeito pela lei e pelos limites deontológicos imanentes à actividade fotográfica, numa lógica que se pretende pluridisciplinar. Vem fazer parte desta nova Secção de fotografia inscrevendo-te como novo sócio e participando nas suas inúmeras actividades.





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Figueira convida...



Local: Farol do Cabo Mondego (Serra da Boa Vigem)

A cidade da Figueira da Foz convida... Mesmo em pleno inverno esta cidade encanta e convida a uma visita. Cidade portuguesa no Distrito de Coimbra, região Centro e subregião do Baixo Mondego, situada na desembocadura do rio Mondego com o Oceano Atlântico. É a segunda maior cidade do distrito, com cerca de 33 665 habitantes. (2004 Instituto Geográfico Português). Conhecida por ser considerada "Rainha da Costa de Prata" pelas suas praias extensas. Recentemente o Cabo Mondego, um promontório na Serra da Boa Viagem nos arredores da Figueira da Foz, foi declarado Monumento Nacional. Freguesias essencialmente urbanas:Buarcos, Santana, S.Juliao da Figueira da Foz, S.Pedro,Tavarede,Vila Verde(todas abrangidas pela cidade da Figueira da Foz). É sede de um município com 378,21 km² de área e 62 601 habitantes (2001), subdividido em 18 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Cantanhede, a leste por Montemor-o-Velho e Soure, a sul por Pombal e a oeste tem litoral no Oceano Atlântico. Situada entre Aveiro e Leiria, a cidade da Figueira da Foz desfruta de uma das mais apreciadas paisagens do Centro Litoral. Fica portanto, situada no litoral atlântico, junto à foz do Rio Mondego, e é um dos centros turísticos mais importantes de Portugal, com um dos maiores casinos do país e único na região Centro, uma praça de touros, um enorme areal com equipamentos lúdicos e desportivos, onde por diversas vezes já se realizou o Mundialito de Futebol de Praia e etapas dos principais circuitos de Frizzbee (jogo do disco) e uma animada vida nocturna. A maior parte dos veraneantes vêm de Coimbra, das Beiras, de Castela, Madrid e da Estremadura espanhola. A população activa reparte-se entre as várias actividades económicas da região, com destaque para a pesca, indústria vidreira, actividades ligadas ao turismo, construção naval, produção de celulose, indústria de sal e, como não podia deixar de ser, a agricultura. Mas quase tudo tem a ver com o turismo, sem o qual a cidade morreria. O território concelhio é atravessado a meio pelo Rio Mondego e da sua rede hidrográfica fazem parte várias ribeiras e cinco lagoas (Salgueiros, Vela, Braças, Corvos e Leirosa). A regularização das margens do rio provocou sérias transformações na prática agrícola. Lugar de ocupação humana muito antiga, a Figueira da Foz conheceu um grande crescimento no século XVIII devido ao movimento do porto e ao desenvolvimento da indústria de construção naval. Foi elevada à categoria de vila em 1771. Continuou a crescer ao longo do século XIX devido à abertura de novas vias de comunicação e à afluência de veraneantes. Em 20 de Setembro de 1882, foi elevada à categoria de cidade. Nos finais do século XIX e início do século XX construiu-se o chamado Bairro Novo, de malha regular, onde se instalaram os hotéis, casino, restaurantes e onde se concentra a actividade comercial. Outro local onde a actividade comercial é evidente é a Rua da República, que liga a zona de entrada na cidade (via Estação dos caminhos-de-ferro) à zona mais central da cidade. Nos últimos tempos foram construídos supermercados e hipermercados na zona mais periférica da cidade. Devido às condições naturais e ao equipamento turístico, a Figueira da Foz impôs-se como estância balnear não apenas para a zona centro de Portugal, mas também para famílias abastadas alentejanas e espanholas. A Figueira da Foz é conhecida como a "Rainha das Praias de Portugal". Foi nesta localidade, o início do século século XIX, que desembarcaram as tropas inglesas que vieram ajudar Portugal na luta contra as Invasões Francesas. Em 1982, ano em que se comemorou o Primeiro Centenário da Elevação a Cidade da Figueira da Foz, foi inaugurada a Ponte Edgar Cardoso, que veio substituir a ponte antiga (que não permitia que embarcações passassem sob si). A nova ponte rapidamente se transformou num ex-líbris da cidade, e é considerada uma das mais bonitas e imponentes do país. A Torre do Relógio (situada em frente à Esplanada Silva Guimarães, junto à Praia da Claridade) é, igualmente, uma das referências da cidade, bem como o Forte de Santa Catarina. Situa-se também nesta cidade o bonito Palácio Sotto-Mayor, que marca história numa zona mais central da Figueira da Foz. O Parque das Abadias é um dos "pulmões" da cidade e um local de lazer, onde se realizam algumas provas de corta-mato e várias iniciativas com vista a proporcionar momentos agradáveis aos cidadãos do concelho. Este Parque atravessa a cidade ao meio, indo desde a zona norte da cidade até ao Jardim Municipal, que sofreu, recentemente, intervenções de remodelação, que fizeram com que o coreto deixasse de existir.

[In Wikipédia;Photo Nelson Afonso 2008]

Exposições em Novembro de 2007

Exposição de Fotografia “Coimbra de capa e batina”



O Projecto Fotofigueira convida todos os figueirenses a visitarem a exposição de fotografia “Coimbra de capa e batina” do fotógrafo Nelson Afonso, em Coimbra. Nesta mostra de fotografia são apresentados trabalhos interligados com as vivências da academia Coimbrã. A exposição encontra-se patente no edifício do Instituto Justiça e Paz, junto à Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra (de Segunda a Sábado, das 9 às 22h até ao final de Dezembro). Na primeira semana a exposição já foi vista por mais de 400 pessoas. Esta é a sua mais recente exposição desde que em Agosto participou na Bienal de Porto Santo (Madeira). Estão todos convidados, será um prazer receber-vos.



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Exposição do Concurso de Fotografia da Semana da Juventude



Está patente ao público uma Exposição do Concurso de Fotografia da Semana da Juventude no qual o grande vencedor foi o fotografo Pedro Frias. A Exposição fotográfica das 10 fotos apuradas no Concurso de Fotografia da Semana da Juventude "Geração +" está patente ao público na galeria “Tubo de Ensaio” na Figueira da Foz, de 3 a 11 de Novembro de 2007.



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Exposição de Fotografia e Fósseis do Dinossáurio dos Andrés
“À Descoberta da Alice”

Casa da Cultura de Santiago de Litém em Pombal, Exposição Permanente dedicada ao dinossáurio dos Andrés intitulada “À Descoberta da Alice” - Fotografias e Fósseis do Dinossáurio de Andrés, numa organização da Junta de Freguesia de Santiago de Litém. Esta exposição, que conta com o apoio técnico do Museu de História Natural da Universidade de Lisboa, é composta por uma colectânea de fotografias sobre o Dinossáurio de Andrés, da autoria de José L. Diniz, e por alguns dos ossos do dinossáurio “Allosaurus Fragilis” descoberto na jazida jurássica de Andrés, em Santiago de Litém. A exposição, que conta ainda com o apoio da Câmara Municipal de Pombal e das empresas Colorfoto e Fineprint, pretende dar a conhecer um dos mais ricos patrimónios paleontológicos do país, assim como aspectos relacionados com a importância mundial da jazida jurássica de Andrés....



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Caixa da Memória
4 de Outubro a 31 de Dezembro no CAE - Figueira da Foz

O mais intenso documentário de uma viagem ao bacalhau foi composto por Alan Villiers, um afamado repórter do National Geographic Magazine que, em 1950, embarcou no lugre Argus, vivendo e anotando todos os detalhes da campanha nos mares frios da Terra Nova e Gronelândia. Desta viagem deixou-nos um livro, um filme e um álbum de fotografias, que aqui se exibem, na sequência de um projecto expositivo elaborado pelo Museu Marítimo de Ílhavo. A fim de inscrever na recordação os rostos e nomes dos naturais do Concelho da Figueira da Foz que andaram ao bacalhau entre 1935 e 1974, importa preservá-los e admirá-los nesta “Caixa da Memória”.

Aves observadas entre Figueira da Foz e Coimbra

Aves do Estuário do Mondego

Aqui são apresentados alguns registos de paisagens e de aves observadas entre a Ilha da Murraceira na Figueira da Foz, os campos de arroz e de milho no baixo mondego em Montemor-o-Velho e a cidade Coimbra, ao longo do rio Mondego, até ao choupal.


Independentemente da época do ano, as aves enchem o Choupal em Coimbra, com os seus cantos. A mata alberga mais de 70 espécies de aves. Devido à proximidade ao rio e aos Campos do Mondego, onde abundam as presas, e à excelente oferta de locais para nidificação, é vulgar observar águias-d´asa-redonda (Buteo buteo) e um número elevado de milhafres-preto (Milvus migrans), hoje um dos ícones da Mata Nacional do Choupal, onde mantém uma importante colónia de nidificação.



Milhafre-preto (Milvus migrans)

Todos os anos esta elegante ave de rapina, invade, a partir de Março, os céus de Coimbra e do Baixo-Mondego. É a ave mais emblemática do Choupal. Esta mata alberga a maior colónia urbana de milhafre-preto de que se tem conhecimento na Europa, mais de 70 ninhos. Aqui constroem anualmente os seus ninhos e efectuam os rituais de acasalamento que contemplam verdadeiras acrobacias aéreas e sonoros cantos, que, por vezes, mais se parecem com relinchos. Em Setembro, voltam a fazer um dos mais fascinantes fenómenos de natureza, a migração, regressando a África onde passam o Inverno.


Milhafre-preto (Milvus migrans)


Águia-sapeira (Circus aeruginosus)


Garça-cinzenta (Ardea cinerea)




Garça-cinzenta (Ardea cinerea)


Rola-do-mar (Arenaria interpres)


Ilha da Murraceira


Passados mais de duzentos anos sobre o início da sua plantação, o Choupal encerra hoje o esplendor de um arboretum secular, apresentando uma vegetação muito variada, frondosa e cerrada, constituída, essencialmente, por um povoamento misto de folhosas, com predominância de caducifólias.


Gaivotas


Chilreta (Sterna albifrons)


Garça (Ardeidae)


Garça-cinzenta (Ardea cinerea)




Gaivota


Milhafre-preto (Milvus migrans)


Ilha da Murraceira

No seu troço final, o rio Mondego recupera o seu leito natural abrindo-se em dois grandes braços que envolvem a Ilha da Murraceira, voltando-se a juntar pouco antes da foz num estuário entre o cabedelo e o Forte da Figueira, hoje prolongado pelos paredões artificiais do porto. As salinas da Figueira da Foz ocupam três áreas distintas do estuário do Mondego: Vila Verde na margem norte, Lavos na margem sul e, no coração do estuário, a emblemática Ilha da Murraceira. A história desta última, a Ínsua de Oveiroa como era designada no Portugal medievo, é algo atribulada. Doada por D. Afonso Henriques ao mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, foi mais tarde tomada de emprazamento pela poderosa Casa de Tavarede que nela efectuou grandes trabalhos de defesa das terras contra as cheias, através da construção de muros e valas de drenagem. Até ao início do século XVII foi sobretudo utilizada como pastagem aproveitando-se também o abundante junco nela existente. Durante muito tempo, sucederam-se grandes disputas entre a Casa do Duque de Aveiro e a Universidade de Coimbra, na altura senhoria de grande parte dos terrenos, relativamente aos direitos de arrendamento. Mais tarde, foram concedidos aforamentos para a construção de salinas, dando assim corpo à vocação salineira da Murraceira. Com o advento do Liberalismo, este parcelamento permitiu a existência de inúmeros proprietários transformando o latifúndio da ínsua do Antigo Regime num minifúndio salineiro de proprietários--trabalhadores. Seja qual for o percurso escolhido, há sempre oportunidade de abarcar toda a ilha e observar a sua avifauna. No Inverno ocorrem numerosas espécies de limícolas: borrelhos, fuselos, maçaricos-de-bico-direito, alfaiates e pilritos. Na Primavera e Verão há menor diversidade, mas os comportamentos de algumas espécies nidificantes e as suas estratégias de defesa de territórios e crias " gritos e correrias dos pernas-longas, borrelhos e pernas-vermelhas " não nos deixam indiferentes.


Pato-real (Anas platyrhynchos)




Andorinha




Corvo-comum (Corvus corax)


Pato-real (Anas platyrhynchos)


Cegonha-branca (Ciconia ciconia)

Fotos: Nelson Afonso 2007

Flamingos na Ilha da Murraceira

Um habitat para preservar...

Como amante da fotografia e não sendo fotógrafo de aves, fotografar estes flamingos em pleno habitat natural foi para mim um momento único. Cada imagem ficou também registada no meu subconsciente. Fico apenas triste a cada regresso a casa pois com a rápida transformação destes locais pelo homem, muito acentuada também no baixo Mondego, tal facto deixa a cada dia que passa, menos espaço para estas e outras aves magníficas. É urgente alterar esta situação.

Locais onde foram recolhidas as imagens a seguir apresentadas







A aquacultura em franco crescimento nesta região, a pesca em todos estes canais da Murraceira e mesmo a caça furtiva a limícolas e a flamingos, todos estes factores são uma ameaça para a permanecia desta e de outras espécies nesta região. Para se constatar tal facto basta uma passagem por esta região das antigas salinas do Mondego.


A existência de um elevado fluxo de nutrientes provenientes dos campos agrícolas do vale do Baixo Mondego origina eutroficação das zonas intermareais, provocando o crescimento elevado de macro-algas. Existe uma gradual transformação das salinas activas em aquaculturas ou em salinas abandonadas, o que se traduz por uma perda irreversível de habitat de alimentação e nidificação de aves limícolas.


O flamingo (Phoenicopterus spp.) é uma ave pertencente à família Phoenicopteridae da ordem Ciconiiformes, anteriormente Phoenicopteriformes. Alguns autores separam o flamingo-andino e o flamingo-de-james em um gênero à parte, Phoenicoparrus, por causa de certas diferenças no bico.


Os flamingos são aves pernaltas, de bico encurvado, que medem entre 90 e 150 cm de altura. A sua plumagem pode ser bastante colorida em tons de rosa vivo.


Os flamingo são aves que se alimentam de algas e pequenos crustáceos através de filtração. São também aves gregárias, que vivem em bandos numerosos junto a zonas aquáticas. Algumas espécies conseguem inclusivamente habitar zonas de salinidade extrema, como é o caso destes flamingos que passam o inverno na ilha da Murraceira.








A Ilha da Murraceira localiza-se na foz do Rio Mondego. Nesta zona o rio divide-se em dois braços, rodeando uma ilha de aluvião. Os dois braços (norte e sul) juntam-se novamente a cerca de 1 km da embocadura, em frente da cidade da Figueira da Foz. O sítio compreende a Ilha da Murraceira, a zona entre o braço sul e o Rio Pranto (afluente que desemboca no braço Sul) e a zona a sul do braço Sul do Rio Mondego.

O braço Sul possui zonas intermareais, sapais e caniçais e juncais. A Ilha da Murraceira e a zona a sul do Braço Sul compreende sapais, salinas e aquaculturas. A zona entre o braço Sul e o Rio Pranto engloba sapais, caniçais e arrozais.



Fotos: Nelson Afonso

É importante reconhecer a importância de zonas húmidas, como o Estuário do Mondego, pelo seu valor ecológico mas também pelo seu valor para as populações locais, daí a importância da qualificação para Reserva Natural do Estuário do Mondego.

(Todas as fotografias apresentadas, foram recolhidas na Ilha da Murraceira no dia 11 de Outubro de 2007)